Mesa-redonda 2. Traduzindo Shakespeare

Beatriz Viégas-Faria (UFPel)
José Roberto O’Shea
(UFSC)
Marcia A. P. Martins
(PUC-Rio)

Coordenação: Luana Freitas (UFC)

3ª feira 24/09, 17:30

Local: Auditório Henrique Fontes (CCE)

Haverá intérpretes de LIBRAS - fundo preto

Escandir ou não Escandir: a poesia dramática shakespeariana em tradução

José Roberto O’Shea- UFSC

O trabalho proposto contempla três propósitos: abordar a questão do verso e da prosa na poesia dramática shakespeariana, referir, brevemente, à história da tradução da dramaturgia shakespeariana em Portugal e no Brasil, e discorrer sobre a experiência acumulada pelo autor em traduções em verso dessa mesma dramaturgia.

A megera domada em processos de tradução e adaptação

Beatriz Viégas-Faria (UFPel)-

Exemplos de humor na peça The Taming of the Shrew, de William Shakespeare, foram selecionados para formar um corpus cujo objetivo é ilustrar a ocorrência de implicaturas conversacionais (Grice, 1975) – uma teoria da pragmática linguística que analisa (calcula) significados implícitos em situações de conversação (um diálogo básico com duas contribuições, ou seja, uma troca conversacional entre dois interlocutores, seja para saudar/saudar, perguntar/responder, afirmar/comentar, solicitar/reagir). Os exemplos selecionados do texto fonte (TF) são comparados com suas contrapartes em uma tradução de 2007 (Viégas-Faria), encomendada pela diretora teatral Patricia Fagundes, que então adaptou-a para o palco – A megera domada estreou em Porto Alegre em março de 2008. Os exemplos de implicaturas selecionados para o presente estudo são analisados no roteiro de Fagundes. Em termos de qualidade humorística, Marina Farias Martins apresentou em sua dissertação de mestrado (UFSC, 2012) uma comparação de níveis de comicidade (que vão de 1 a 5 pontos) entre tradução e adaptação, uma análise que entra como referência no presente estudo, que tem por objetivo verificar se os significados implícitos do tipo implicatura conservam-se implícitos na tradução e na adaptação como modo de construção do humor.

Reescritas de peças de shakespeare para o público infanto-juvenil

Marcia A. P. Martins – PUC-Rio-

Nossa proposta é apresentar um levantamento inicial das peças de William Shakespeare disponíveis em português sob forma de reescritas voltadas para o público infantojuvenil (sobretudo quadrinhos e romances em prosa), buscando verificar: (i) como as reescritas são feitas, i.e., quais os processos adotados nessas transformações; (ii) em que medida são preservadas as principais características das obras no que diz respeito a temas, tramas, perfil dos personagens e linguagem; (iii) quais imagens do autor e da obra são passadas para os leitores-alvo das reescritas; e, por fim, (iv) qual tem sido a recepção dessas reescritas (percebida por meio de resenhas, comentários e outros metatextos).

Programação sujeita a alterações

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