Simpósio: TRADUÇÃO, ESTUDOS INTERCULTURAIS E ENSINO DE LÍNGUAS MINORITÁRIAS

Coordenadores:
Lillian DePaula Virgínia Franklin (UFES)
Jefferson Bruno Moreira Santana (UFSC)

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O presente simpósio Tradução, Estudos Interculturais e Ensino de Línguas Minoritárias busca agregar pesquisas e trabalhos que enfoquem o papel da tradução nas práticas e no processo de ensino-aprendizagem de primeira língua e de segunda língua, no caso de algumas línguas minoritárias. Para este simpósio são contempladas as Línguas Indígenas (Guarani e Tupi), a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), o Pomerano e a Língua Portuguesa no universo dessas comunidades bilíngues usuárias de ambas as línguas. Os eixos que norteiam as análises devem enfatizar as diferentes modalidades de escolas bilíngues no Brasil, a formação dos professores e dos tradutores/intérpretes para essas comunidades minoritárias e o uso da tradução em uma perspectiva intercultural como processo permanente de intercâmbio entre especificidades linguísticas e culturais distintas, historicamente constituídos e confrontados. As quais promovem relações democráticas centradas no diálogo, por conseguinte, na simetria e na compreensão da alteridade, isto é, no entendimento das possibilidades e limites de diversificadas identidades socioculturais e linguísticas, estabelecem-se as bases para uma comunicação e problematização que estimulam a produção de conhecimentos e a transformação do modo de pensar a diversidade no âmbito da educação e da tradução. Além disso, a reflexão e a teorização sobre o uso da tradução como procedimento que necessariamente conduz a percepção interdisciplinar e as análises de tradução de textos acadêmicos e literários: ações didáticas, as quais recorrem à tradução.

Local: Sala 210, CCE, bloco A

HORÁRIOS

PERÍODO 24 25 26
10:00-11:30 EDUCAÇÃO BILÍNGUE: UMA DISCUSSÃO SOBRE LÍNGUA POMERANA EM UMA ESCOLA DO CAMPO
Erineu Foerste
(PPGE/UFES)
Jandira Marquardt Dettmann
(PPGE/UFES)
Laura Maria Bassani Muri Paixão
(PPGE/UFES)
ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ATUAM EM ESCOLAS REGULARES E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ATUAM EM ESCOLAS DE COMUNIDADES POMERANAS

Laura Maria Bassani Muri Paixão
(PPGE-UFES)
Erineu Foerste
(PPGE-UFES)
A EXPERIÊNCIA DO PROEPO: PROGRAMA EDUCACIONAL DE VALORIZAÇÃO E FORTALECIMENTO DA LÍNGUA POMERANA
Adriana Vieira Guedes Hartuwig
(Secretaria Municipal de Santa Maria de Jetibá – ES)
Síntia Bausen Kuster
(PPGE-UFES)
OS MOVIMENTOS SURDOS E SUAS TRADUÇÕES: EDUCAÇÃO BILÍNGUE EM PAUTA
Profa. Dra. Lucyenne Matos da Costa Vieira- Machado
(Universidade Federal do Espírito Santo)

13:30-15:00 ENTRE(TEXTOS): A RETEXTUALIZAÇÃO NA AULA DE PORTUGUÊS COMO SEGUNDA LÍNGUA PARA SURDOS
Arlene Batista da Silva
(Faculdade Saberes)
PROCESSOS DE TRADUÇÃO CULTURAL NO INTERSTÍCIO LIBRAS/PORTUGUÊS DE UM MESTRADO EM EDUCAÇÃO
Ademar Miller
(PPGE/UFES)
Catarina Dallapicula
(FAPES/PPGE-UFES)
O INTÉRPRETE EDUCACIONAL NO ESPAÇO ESCOLAR: REFLEXÕES A PARTIR DE UMA REVISÃO DE LITERATURA
Keli Simões Xavier
(Universidade Federal do Espírito Santo)
UM ESTUDO SOBRE O PROCESSO EDUCACIONAL DE TRÊS ALUNOS SURDOS: PERCURSOS, RELATOS E MOVIMENTOS TRADUTÓRIOS
Kesia Cristina de Oliveira
(Universidade Federal do Espírito Santo)
15:30-17:00 DESCONSTRUINDO O OLHAR OCIDENTAL: TRADUÇÃO COMO PONTE PLÁSTICA
Patrick Rezende
(UFES/FAPES)
TRADUÇÕES CULTURAIS EM REDES DE CONHECIMENTOS EM COTIDIANOS DA GRADUAÇÃO EM LETRAS
Catarina Dallapicula
(FAPES/PPGE-UFES)
TEXTO TRADUZIDO: MARCAS E VESTÍGIOS
Evandro Santana
(UFES)
BILINGUISMO/MULTILINGUISMO E TRADUÇÃO: PROCESSOS INTERCULTURAIS E FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS
Jefferson Bruno Moreira Santana
(UFSC)
Lillian Depaula Virgínia Franklin
(UFES)

RESUMOS

1) EDUCAÇÃO BILÍNGUE: UMA DISCUSSÃO SOBRE LÍNGUA POMERANA
EM UMA ESCOLA DO CAMPO

Erineu Foerste, Jandira Marquardt Dettmann & Laura Maria Bassani Muri Paixão
Programa de pós-graduação em Educação/Universidade Federal do Espírito Santo

O estudo investiga a educação bilíngue em uma escola do campo abordando questões sobre interculturalidade, educação do campo, parceria e saberes docentes, produzindo dados qualitativos a partir de diálogos com as práticas de uma professora pomerana no município de Santa Maria de Jetibá/ES, numa comunidade em que predominam descendentes de pomeranos. Esse povo campesino mantém viva a língua materna – o Pomerano. Como a prática da professora pomerana pode contribuir na construção do projeto pedagógico bilíngue? Analisam-se influências na vida de alunos potencializando reflexões teóricas/práticas da educação com enfoque intercultural. A educação bilíngue pode valorizar o currículo diferenciado, dialogando com grupos minoritários, como os descendentes de pomeranos.

2) ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ATUAM EM ESCOLAS REGULARES E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ATUAM EM ESCOLAS DE COMUNIDADES POMERANAS

Erineu Foerste & Laura Maria Bassani Muri Paixão
Programa de pós-graduação em Educação/Universidade Federal do Espírito Santo

Este estudo é resultado da experiência que vivemos, em julho de 2012, quando coordenamos, como professores de Língua Portuguesa atuantes em escolas regulares, um encontro de formação continuada junto aos(às) professores(as) pomeranos(as) da Secretaria de Educação do município de Santa Maria de Jetibá – ES, cujo tema era O direcionamento e a intervenção na produção escrita dos alunos e alunas.Tal encontro fazia parte do “VII Fórum Municipal de Ensino Fundamental” e tinha como lema: Aprendizagem: Direito do Aluno.

3) A EXPERIÊNCIA DO PROEPO: PROGRAMA EDUCACIONAL DE VALORIZAÇÃO E FORTALECIMENTO DA LÍNGUA POMERANA

Adriana Vieira Guedes Hartuwig
Secretaria Municipal de Santa Maria de Jetibá – ES

Síntia Bausen Kuster
Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo

Nas últimas duas décadas, o nosso país tem despertado para um movimento de promoção de políticas de fomento das línguas minoritárias em seu território. Entre elas, podemos destacar programas que se debruçam em respeitar essa pluralidade linguística em diferentes espaços, como é o caso do Programa de Educação Escolar Pomerana- Proepo, no Estado do Espírito Santo. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é discutir aspectos da implantação do Proepo, como política educacional pública, envolvendo parcerias em cinco municípios no Estado do Espírito Santo. Trata-se de um Programa Educacional Público Municipal que desenvolve um trabalho político e pedagógico bilíngue que foi impulsionado pelo desejo da população local, descendentes de pomeranos. O referido programa tomou como ponto de partida a formação de professores bilíngues pomerano/português. Vale ressaltar que só em 2005, com a implementação do programa, é que os professores começaram a praticar uma proposta oficial de escrita da língua pomerana. O que deu ao programa o duplo desafio: qualificar os docentes e lança-lo às escolas.

4) OS MOVIMENTOS SURDOS E SUAS TRADUÇÕES: EDUCAÇÃO BILÍNGUE EM PAUTA

Profa. Dra. Lucyenne Matos da Costa Vieira- Machado
Universidade Federal do Espírito Santo

Partindo da teorização de Boaventura de Souza Santos em diálogo com outros autores, o objetivo desse trabalho é discutir a educação bilíngue para surdos como uma possibilidade de tradução dos movimentos surdos em nossa atualidade. Inicialmente vamos pontuar a teorização que nos embasa para posteriormente, na perspectiva de transescala pensar os movimentos surdos do ocidente, desde a Europa a América Latina e o reflexo das traduções desses movimentos nos processos bilíngues que vêm sendo constituídos ao redor do mundo, chegando à América Latina e no Brasil. A educação bilíngue é um assunto aparentemente superado, pois pesquisadores da área compreendem de forma rápida as questões quase que óbvias que perpassam na educação dos surdos. Porém, retomá-lo nos dias atuais se torna imperativo para se pensar as políticas implementadas na área da surdez no país.

5) PROCESSOS DE TRADUÇÃO CULTURAL NO INTERSTÍCIO LIBRAS/PORTUGUÊS DE UM MESTRADO EM EDUCAÇÃO

Ademar Miller Junior
Programa de pós-graduação em Educação/Universidade Federal do Espírito Santo

Catarina Dallapicula
Programa de pós-graduação em Educação/Universidade Federal do Espírito Santo/FAPES

A proposta deste texto é problematizar experiências de tradução cultural vividas por um falante nativo de LIBRAS em um curso de Mestrado em Educação cujos professores e colegas (em sua maioria) não falam este idioma. A partir de narrativas pessoais de um autor falante de português e um falante de LIBRAS, problematizamos a tradução cultural como processo de mediação que interfere e constitui os processos de ensinoaprendizagem vividos nos cotidianos deste curso.

6) ENTRE(TEXTOS): A RETEXTUALIZAÇÃO NA AULA DE PORTUGUÊS COMO SEGUNDA LÍNGUA PARA SURDOS.

Arlene Batista da Silva
Faculdade Saberes

Esta comunicação é resultado de uma pesquisa ancorada nos Estudos da Tradução, que teve como objetivo central a investigação das práticas de produção textual na aula de português como segunda língua para surdos. Com base no pressuposto de que a tradução é a atividade que promove o diálogo entre línguas, sujeitos e culturas e que a produção escrita dos alunos surdos se constitui numa tradução/retextualização de textos da língua de sinais para o português escrito, adotou-se como metodologia a pesquisa-ação para investigar as condições de produção dos textos produzidos por um aluno surdo numa oficina de Língua Portuguesa. As discussões presentes nas análises dos textos produzidos por um aluno surdo mostram a retextualização como uma prática que possibilita ao surdo o exercício de reflexão entre as duas línguas em questão e a apropriação de novos conceitos, dando-lhe condições para a produção de sentidos na língua portuguesa.

7) O INTÉRPRETE EDUCACIONAL NO ESPAÇO ESCOLAR: REFLEXÕES A PARTIR DE UMA REVISÃO DE LITERATURA

Profa. Ma. Keli Simões Xavier
Universidade Federal do Espírito Santo

Este trabalho discute o intérprete de Libras na escola inclusiva apontando os limites e possibilidades desse novo protagonista do sistema educacional. Tem como objetivo tecer algumas reflexões a partir de publicações que tratam desse profissional. Para tanto, estabelece um recorte que traz os estudos que versam sobre o intérprete educacional sob dois enfoques: o primeiro mais amplo, mostrando as reflexões sobre a questão do intérprete educacional, as potencialidades e os limites da inserção deste na escola; e o segundo, mais focado, que trata do intérprete educacional no contexto do ensino fundamental especificamente. Por fim, chega a algumas assertivas, entre as quais destacamos a existência do trabalho educativo na atuação interpretativa no contexto da escola, e a necessidade de uma formação específica de intérprete educacional.

8) UM ESTUDO SOBRE O PROCESSO EDUCACIONAL DE TRÊS ALUNOS SURDOS: PERCURSOS, RELATOS E MOVIMENTOS TRADUTÓRIOS

Késia Cristina de Oliveira
Universidade Federal do Espírito Santo

Este estudo tem por objetivo geral conhecer o processo de escolarização de três alunos surdos, matriculados em uma escola na rede municipal de Vitória. Especificamente pretende-se analisar o percurso de escolarização desses sujeitos; verificar seus históricos na escola pesquisada e conhecer o papel atribuído facilitadores e mediadores no processo de ensino-aprendizagem da instituição analisada. Tal escola deveu-se a necessidade de obter conhecimentos particulares que oferecesse dados para construção de novos caminhos na Educação dos alunos surdos sob um olhar intercultural, por meio dos processos de subjetividade. Realizou-se um estudo de campo de cunho documental fundamentado nas perspectivas de Educação Bilíngue e Intercultural como: QUADROS (1997), Fleuri (2000), BOTELHO (2002) e LACERDA (2009), compreendendo as visões de PAULO FREIRE e dos ESTUDOS SURDOS, construindo as análises de dados. Pode perceber que há uma prática bilíngue e também tradutória, portanto, marcada por distorções do discurso de inclusão e uma sobreposição da Língua Portuguesa.

9) DESCONSTRUINDO O OLHAR OCIDENTAL: TRADUÇÃO COMO PONTE PLÁSTICA

Patrick Rezende
Universidade Federal do Espírito Santo/FAPES

O olhar ocidental tem se constituído no ilusório conceito de civilização monossêmica, produzindo sociedades que visam uma construção comum a todos, silenciando as diferenças. O ocidente se dispôs na posição de original, traduzindo o outro e constituindo a história a partir da perspectiva dos seus interesses. A tradução passa a servir ao discurso ocidental como maneira de justificar seus atos, já que o colonizador traduz a imagem do outro de maneira fixa, valendo-se do empirismo para criar identidades estereotipadas e assim se utilizar desses constructos constantemente repetidos para se prevalecer de práticas de violência. Objetiva-se refletir a partir de teóricos em torno da teoria pós-colonial como Derrida (2006), Bhabha (2010), Hall (2006), Orlandi (2008) e DePaula (2011), a possibilidade de reposicionar a tradução como ferramenta de recontar a história, também a partir dos olhares dos até então subalternos: indígenas, quilombolas, romanis, etc. Constituindo-se pontes plásticas.

10) TRADUÇÕES CULTURAIS EM REDES DE CONHECIMENTOS EM COTIDIANOS DA GRADUAÇÃO EM LETRAS

Catarina Dallapicula
Programa de pós-graduação em Educação/Universidade Federal do Espírito Santo/FAPES

Tomamos como lócus da pesquisa o entrelugar que emerge em cotidianos da graduação em Letras. Pretendemos observar/apreciar experiências de tradução cultural via gravação e observação de aulas e conversas com (futuros) professores de inglês como LE. Compreendemos o ato de tradução cultural em oposição à tradição como modos de negociação no interstício (ou encruzilhada) entre o local e o estrangeiro, que no contexto da formação acadêmica dos professores LE correspondem às redes de saberesfazeres que trazem consigo e os novos discursos apresentados no enredamento curricular do curso de Letras. Ao praticar a ecologia dos saberes propiciamos a emergência de um conhecimento não controlado (imprevisto), fugindo de um diagnóstico da realidade em busca de sua ampliação como realizações, entrelaçamentos de fazeres, articulações e jogos de poderes em currículos cotidianos.

11) TEXTO TRADUZIDO: MARCAS E VESTÍGIOS

Evandro Santana
Universidade Federal do Espírito Santo

O conceito de tradução adotado neste trabalho é o dado por Heloisa Barbosa, que diz que essa “se trata de uma atividade humana realizada através de estratégias mentais empregadas na tarefa de transferir significados de um código linguístico para outro” (BARBOSA, 2004, p.11). Nessa atividade, são relevantes as escolhas tomadas pelo tradutor, entre elas a opção por uma tradução literal (palavra-por-palavra) ou uma tradução livre, sempre considerando a mensagem a ser comunicada e o gênero textual a que pertence o texto a ser traduzido. A questão do gênero é relevante, pois vai levar em conta a questão do vocabulário e das expressões convencionais a serem utilizados no texto traduzido. O uso adequado das expressões idiomáticas e convencionais para os que têm o inglês como segunda língua é umas das dificuldades frequentemente encontradas na produção de texto nessa língua e, consequentemente, uma dificuldade ao traduzir textos para essa língua. No processo de tradução, essa dificuldade pode se apresentar mais acentuada, visto que ao utilizar essas expressões de forma indevida, o tradutor acaba por deixar vestígios de que o texto se trata de uma tradução. Através da análise de traduções realizadas por um grupo de tradutores do Centro de Línguas para a Comunidade-Ufes para o quarto guia turístico da PROJETUR, buscam-se esses vestígios, observando a utilização do vocabulário e das expressões idiomáticas e convencionais. Acredita-se que o tradutor, por meio do uso de algumas dessas expressões de forma inadequada, deixe marcas de que este texto é uma tradução.

12) BILINGUISMO/MULTILINGUISMO E TRADUÇÃO: PROCESSOS INTERCULTURAIS E FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS

Jefferson Bruno Moreira Santana & Lillian DePaula Virgínia Franklin
Universidade Federal de Santa Catarina

Esta comunicação busca avaliar o conceito e a definição da prática e teoria da tradução e como perceber esses estudos são introduzidos na formação de professores bilíngues ou de ensino de língua estrangeira e dos tradutores/intérpretes, por meio de uma perspectiva intercultural. A discussão deste trabalho tem como alicerce a temática de políticas de tradução/interpretação no âmbito das línguas estrangeiras (LIBRAS, Pomerano, Línguas Indígenas, Língua Portuguesa e Língua Inglesa), enfatizando as legislações, as produções tradutórias, como por exemplo, dicionários bilíngues, gramáticas, glossários, traduções literárias, curso de graduação em nível de licenciatura e de bacharelado (formação de professores e de tradutores/intérpretes), formação continuada e, produções acadêmicas como teses e dissertações na área de tradução/interpretação e de educação bilíngue. O exame da tradução em interação com as outras áreas de conhecimento como multidisciplinar e também uma realização dialógica, como resposta as intermedialidades textuais. Então, a tradução como fonte para o ensino: metáforas da tradução e a relevante contribuição da metáfora da antropofagia para os estudos da tradução, determinando os processos de retextualização, interculturalidade, reiteração e criação, portanto, as práticas bilíngues e multilíngues.

CRÉDITOS DAS TRADUÇÕES

Italiano: Nicoletta Cherobin

Espanhol: Rosario Lázaro Igoa & Luz Adriana Sánchez Segura

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