Simpósio: Línguas de Sinais no eixo das pesquisas em tradução/interpretação

Coordenadores: Anderson Almeida (UFPI) e Ângela Russo (UFRGS)

Haverá intérpretes de LIBRAS - fundo preto

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As pesquisas no campo dos ETILS (Estudos da tradução e interpretação das línguas de sinais) têm crescido vertiginosamente nas últimas décadas. A atividade da tradução e da interpretação no domínio das línguas sinalizadas está concorrendo, em ampla distribuição, com a atividade tradutória relacionada às línguas orais. Na medida em que essas línguas são incorporadas em larga escala às formas de comunicação existentes, às estruturas de interpretação em eventos e à crescente inclusão do sujeito surdo nas esferas sociais de participação. Fica claro, no entanto, que, dentro das pesquisas historicamente relacionadas a esta temática as línguas orais apresentam um esteio teórico muito mais estruturado em relação às línguas de sinais. As pesquisas em TILS no Brasil e no mundo, se tornam gradativamente alvo de pesquisadores da tradução que incorporam em seus textos, além de uma reflexão teórica sobre a tradução em si, também, uma produção que subjaz a prática tradutório-interpretativa, sejam estas relacionadas aos contextos inter ou intraculturais, como são os casos da tradução envolvendo línguas de sinais, somente, ou línguas de sinais e línguas orais num mesmo ambiente. A proposta que lançamos neste simpósio está baseada nas seguintes alíneas: a) Abrir espaço para uma reflexão sobre a atividade do surdo enquanto tradutor e intérprete das línguas de sinais e sua contribuição no desenvolvimento de práticas de resignificação/aproximação das formas nativas das línguas de sinais;  b) Evidenciar as questões teóricas relacionas a prática da tradução e interpretação no que tange às relações de (des)afinidade das línguas orais e sinalizadas; c) Dialogar sobre os mais diferentes contextos no quais se podem instalar uma estrutura de tradução de/para línguas sinalizadas e outras questões relacionadas ao campo dos ETILS no geral. É na atividade da tradução que o profissional tradutor, possuidor do jogo de ferramentas denominado língua, monta-a, desmonta-a e remonta-nos a atividades da própria língua. Para os ETILS, a proposta reside numa perspectiva que vai além das trocas simbólicas e/ou materiais, realizadas substancialmente na tradução. Contudo, para o TILS (tradutor-intérprete de línguas de sinais) está a tarefa de conduzir dois sistemas semióticos de bases isoladas, emitindo ou destinando a informação em formas convergentes. Somente uma reflexão sobre a prática através das pesquisas feitas neste campo fornecerá cada vez mais subsídios por uma estruturação completa da atividade tradutória com/envolvendo línguas sinalizadas.

 

Local: Sala 231, CCE, bloco A

HORÁRIOS

PERÍODO 24 25 26
10:00-11:30 Interpretação Simultânea em língua de sinais brasileira e gênero social:considerações para reflexão
Silvana Nicoloso (Universidade Federal de Santa Catarina)
Estratégias de interpretação de língua de sinais na interação entre alunos surdos e ouvintes em sala de aula
Aline Miguel da Silva (UFSC)
Conceitos abstratos e possibilidades no ato tradutório e interpretativo de português para Libras
Flávia Medeiros Álvaro Machado ((Universidade de Caxias do Sul)
13:30-15:00 The Preservation of Sign Language (Veditz, 2010 [1913]): Uma leitura dos textos em línguas de sinais como eixo das normas surdas de tradução (NST) para America Latina.
Alex G. Barreto (UNAD – Colômbia)
Estratégias de tradução de nomes próprios na língua brasileira de sinais
José Ednilson Gomes de Souza Júnior (IESB/UNB)
Cursos livres de formação para intérpretes de língua de sinais: uma revisão didático-pedagógica
Raphael Pereira dos Anjos (UNIP) e José Ednilson Gomes de Souza Júnior (IESB e UNB)
Atuação do tradutor surdo e tradutor ouvinte em Libras (Língua Brasileira de Sinais) nos estudos literários
Thaís Fleury Avelar (Universidade Federal de Goiás)
15:30-17:00 Conflitos e desafios de ser ético durante o ato interpretativo da língua de sinais
Andréa da Silva Rosa (Unimep/Unicamp) e Maria Inês Bacellar Monteiro (Unimep)
Leituras da verbo-visualidade do gênero jornalístico televisivo para a construção de estratégias de interpretação da língua de sinais
Vinicius Nascimento (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP)
Os papéis do leitor, tradutor e contador de histórias na tradução de literatura infantil para língua de sinais.
Neiva de Aquino Albres (UFSCar)
Times com intérpretes surdos e não-surdos: uma análise sobre as competências do “feed-interpreter”
Anderson Almeida da Silva (UFPI) e Ângela Russo (UFRGS)

RESUMOS

1) Atuação do tradutor surdo e tradutor ouvinte em Libras (Língua Brasileira de Sinais) nos estudos literários
Thaís Fleury Avelar (Universidade Federal de Goiás)
Neste título, procuramos demonstrar, ainda que inicialmente, como a tradução vem contribuindo para o desenvolvimento e consolidação da língua brasileira de sinais (LIBRAS) enquanto manifestação linguístico-cultural do povo surdo. Para tanto, tomamos como ponto de partida o texto “Os tradutores e o desenvolvimento das línguas nacionais” (Delisle e Woodsworth, 1995), o qual, resguardadas as devidas diferenças, comparamos com a história dos tradutores de LIBRAS. Assim, pretendemos apresentar aqui que da mesma forma como os tradutores do inglês, francês, alemão, etc, influíram na evolução da linguagem de seu país, também os tradutores de LIBRAS vêm influindo na evolução da língua do surdo brasileiro. Convém destacar que a língua de sinais brasileira (LIBRAS) foi aceita legalmente ainda há pouquíssimo tempo, e que muitos foram os percalços pelos quais os surdos passaram para poderem atingir tal reconhecimento enquanto uma comunidade com cultura e língua própria. É certo que no Brasil a LS é usada para comunicação entre surdos há muito tempo, no entanto os registros desse uso e sobre o papel do tradutor e da tradução são muito esparsos, existe, portanto, na história da LIBRAS e consequente dos tradutores dessa língua, uma verdadeira lacuna, em parte causada pela própria modalidade comunicativa dessa língua: a visual.

2) Conceitos abstratos e possibilidades no ato tradutório e interpretativo de português para Libras
Flávia Medeiros Álvaro Machado ((Universidade de Caxias do Sul)
A língua caracteriza-se como principal meio de expressão e pesquisas realizadas, através dos processos mentais, destacam que o fenômeno linguístico, manifesta-se como um instrumento nos processos cognitivos (LAKOFF; JOHNSON, 1999). Essa pesquisa, busca-se compreender as possibilidades no ato tradutório e interpretativo de português para Libras dos conceitos abstratos. Além disso, investiga-se a maneira pela qual a prática da atuação tradutória é realizada durante a mediação da comunicação entre surdos e ouvintes. Os elementos explorados são analisados sistematicamente, de forma a analisar as escolhas lexemáticas no ato da interpretação simultânea. Dessa maneira, a prática do TILS envolve várias competências e, entre elas, algumas específicas que podem ser compreendidas e desenvolvidas a partir das contribuições da Linguística Cognitiva. Objetiva-se identificar os processos linguístico-cognitivos no ato tradutório. A investigação aborda evidências empíricas que contribui para o aperfeiçoamento da competência e habilidade dos TILS nos processos de compreensão e elaboração das construções que expressam os conceitos abstratos. Os resultados revelam que a performance dos TILS torna-se mais adequada na segunda versão, uma vez que permite mais referências sobre as escolhas feitas no ato tradutório. Reforça-se a necessidade da continuidade de aperfeiçoamento dos TILS, além de alertá-los quanto aos problemas de interpretação e tradução dos conceitos abstratos.

3) Conflitos e desafios de ser ético durante o ato interpretativo da língua de sinais
Andréa da Silva Rosa (Unimep/Unicamp) e Maria Inês Bacellar Monteiro (Unimep)
Este trabalho é um recorte de meu projeto de tese de doutorado que pretende investigar o que significa ser ético durante a interpretação da língua de sinais. O intérprete de língua de sinais – ILS é um sujeito constituído na e pela linguagem, e está não é transparente: tem seu sentido dado pela história e pela ideologia. Para Bakhtin, (2010) a ética é um modo de relacionamento do indivíduo consigo mesmo. Então é preciso pergunta-se como o ILS se constitui sujeito ético de suas ações. Uma estética da existência, tal como Bakhtin concebe, propicia uma maior possibilidade de escolhas pessoais, convida a considerar a própria vida como uma obra de arte, propõe uma ética do estilo, o que se acha possibilitado e limitado pelos domínios do saber e pelas construções normativas que constituem o indivíduo como sujeito/objeto de determinados conhecimentos e poderes. Através da AD de linha francesa de Pêcheux (2006) a minha tarefa será voltar-me para os discursos do código de ética procurando compreender as condições históricas de sua produção, buscando sair das evidências do que está escrito e identificar quais os discursos pelos quais os intérpretes são interpelados.

4) Cursos livres de formação para intérpretes de língua de sinais: uma revisão didático-pedagógica
Raphael Pereira dos Anjos (UNIP) e José Ednilson Gomes de Souza Júnior (IESB e UNB)
A formação de tradutores e intérpretes de língua de sinais (TILS) no Brasil, após o Decreto 5.626/05, ganhou espaço no ensino superior. Contudo, os cursos livres, que há décadas formam profissionais se mantêm como uma das alternativas àqueles que pretender ingressar na carreira de TILS. Neste trabalho problematizaremos a estrutura didático-pedagógica desta modalidade de curso em três instituições onde são oferecidos regularmente. O enfoque será no cotejo dos currículos e ementas à luz dos aportes de Cokely (2002), Napier (2002) e do documento Referencial para Formação de Intérpretes da World Association of Sign Language Interpreters – WASLI (2007). É conclusiva a importância histórica dos cursos livres de formação de TILS, no entanto as novas demandas do mercado profissional exigem atualizações curriculares contínuas, que garantam a autonomia aos docentes de compor programas, que atendam ao seu contexto de aprendizagem e ao futuro laboral e vital dos alunos (PÉREZ, 2007: pág. 227-228)

5) Estratégias de interpretação de língua de sinais na interação entre alunos surdos e ouvintes em sala de aula
Aline Miguel da Silva (UFSC)
Uma das soluções para oportunizar a inserção de alunos surdos em salas de aula mistas é a presença do intérprete. Entre outras funções ele é um dos responsáveis pelo gerenciamento da troca de turnos entre os falantes das diferentes línguas envolvidas em um contexto. O objetivo deste estudo é verificar quais são as estratégias utilizadas pelos intérpretes para que os surdos tenham uma maior inserção na interação em sala de aula. Os contextos que embasaram essa pesquisa foram três aulas de disciplinas distintas do mestrado em linguística da UFSC. Essas aulas foram filmadas tendo-se como foco os alunos surdos e os intérpretes. Roy (2000) traz contribuições acerca da responsabilidade do intérprete na negociação de tomada de turnos. Metzger (1999) fala do mito da neutralidade do intérprete mostrando que interferências de sua parte ocorrem durante a interação por vários motivos e que essas podem ser estratégias tomadas com resultados mais positivos do que negativos. O presente estudo mostra que a integração dos alunos surdos no discurso de sala de aula depende não apenas dos intérpretes, mas também do estilo de aula dos professores e da atitude dos próprios alunos surdos.

6) Estratégias de tradução de nomes próprios na língua brasileira de sinais
José Ednilson Gomes de Souza Júnior (IESB/UNB)
As pessoas surdas usuárias de língua de sinais, desenvolveram uma maneira de referenciar as pessoas e os lugares. Além do nome de registro, cada indivíduo surdo e alguns ouvintes inseridos no contexto da comunidade surda, bem como os lugares, recebem um sinal próprio, que substitui seu nome oficial no uso comum da língua (SUPALLA, 1992). Assim, a interpretação ou tradução de nomes próprios da língua de sinais para língua portuguesa e vice-versa, torna-se um problema de tradução solucionável tanto no bloco automático quanto no bloco reflexivo, seguindo princípios do processo tradutório proposto por Alves (2000). Este trabalho compõe parte dos estudos onomásticos da língua de sinais por Souza-Júnior (2012) e visa sistematizar estratégias de tradução e interpretação para esta categoria gramatical.

7) Interpretação Simultânea em língua de sinais brasileira e gênero social:considerações para reflexão
Silvana Nicoloso (Universidade Federal de Santa Catarina)
Pesquisas sobre marcas de gênero social na interpretação da língua de sinais são incipientes no Brasil. Quando se percebe que homens e mulheres podem apresentar traços que sugerem marcar suas posições sociais e culturais de gênero é relevante considerar também se esse fato ocorre na tradução/interpretação da Língua Portuguesa para a Libras. O objetivo desta pesquisa é investigar marcas de gênero social nas interpretações analizando as ocorrências das Modalidades de Tradução descritas por Aubert (1998). Os suportes teóricos são os Estudos da Tradução, os Estudos de Gênero e a Análise Crítica do Discurso. Os dados foram coletados por meio de gravações audiovisuais das interpretações de três textos selecionados e extraídos do livro “Aprender a Ver” (Wilcox & Wilcox, 2005) realizadas por dez intérpretes mulheres e dez intérpretes homens oriund@s de diversas regiões do Brasil. Posteriormente, essas interpretações foram analisadas no Sistema de Transcrição de Língua de Sinais (ELAN).

8) Leituras da verbo-visualidade do gênero jornalístico televisivo para a construção de estratégias de interpretação da língua de sinais
Vinicius Nascimento (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP)
Este trabalho, que apresenta o recorte de uma pesquisa de mestrado, tem por objetivo apresentar uma análise das marcas verbo-visuais constitutivas do gênero jornalístico televisivo e suas contribuições para a prática de interpretação da libras (língua brasileira de sinais) nesse gênero. Com base na Análise Dialógica do Discurso (ADD), que é fundamentada nos pressupostos teóricos do Círculo de Bakhtin, realiza-se uma análise da composição verbo-visual das produções tele jornalísticas “Jornal Hoje”, “Jornal Nacional” e da revista eletrônica televisiva “Fantástico”, todas exibidas pela Rede Globo de Televisão, e discute-se como o tradutor intérprete de libras/português (TILSP) pode, em seu ato enunciativo-discursivo de mediação entre sujeitos falantes e não falantes da língua de sinais, construir um discurso de natureza verbo-visual coerente com o pressuposto fundante da televisão: a relação entre texto (independente da sua dimensão material verbal) e imagem.

9) Os papéis do leitor, tradutor e contador de histórias na tradução de literatura infantil para língua de sinais.
Neiva de Aquino Albres (UFSCar)
Este trabalho consiste de análise verbo-visual do processo de tradução de literatura infantil de espanhol para língua argentina de sinais e tem por objetivo colocar em discussão as práticas da tradução de gênero literatura. Nos propomos a verificar que elementos verbo-visuais apresentados no livro motivaram o tradutor surdo ao construir suas enunciações em língua de sinais. Com base na teoria enunciativo/discursiva de Bakhtin (1992), trabalhamos com duas categorias de análise: a) Modos de introdução da história: entre a tradução e a contação, e b) Leitura e tradução para língua espaço visual. Foi possível verificar que no material com propósitos de letramento o tradutor se coloca como leitor, como tradutor num processo de contação da história pela projeção de seu corpo sobreposta ao livro, a direção de olhar simulando uma leitura precedente à tradução introduz a criança surda na cultura, nos procedimentos da leitura para a construção de significação a partir do texto escrito. O tradutor não refere-se apenas ao texto, mas incorpora os personagens, os faz ter voz e complementa seus enunciados com as informações das ilustrações do livro.

10) The Preservation of Sign Language (Veditz, 2010 [1913]): Uma leitura dos textos em línguas de sinais como eixo das normas surdas de tradução (NST) para America Latina.
Alex G. Barreto (UNAD – Colômbia)
Existe uma conexão sócio-histórica e cultural ‘biyectiva’ (cfr. Gentzler, 1993, apud. Moya, 2004) entre as comunidades de surdos e a sua TILS. Esta conexão tem sido pouco abordada na literatura sobre o campo. O marco conceitual que proponho para analisar este fenômeno é a categoria de normas preliminares de tradução (Toury, 2004). Na apresentação, a minha proposta é pousar esta discussão numa leitura particular dos processos de TILS gerados em torno dum texto em ASL em particular (Veditz, 2010 [1913]). Eu vou começar por discutir brevemente as abordagens de Souza (2010) e Stone (2009) a respeito das NST. Considerarei a redescoberta do texto em ASL (Olson & van Cleve, 2004) e os processos de reescritura em Inglês, pelo mesmo autor (Veditz, 1915, apud. Padden, 2004, p 248), por uma autora surda (Padden & Humphries, 1988), por um ouvinte ao espanhol (Oviedo, 2006) e a outras línguas sinalizadas (Jacobowitz & Smith, 2004). Será preciso ainda, uma leitura atenta sob o olhar das normas preliminares de tradução, dos comentários sobre o vídeo por Padden (2004) (Padden & Humphries, 2005, p. 57-77) Concluirei com uma reflexão sobre esta abordagem ao estudo NST na América Latina.

11) Times com intérpretes surdos e não-surdos: uma análise sobre as competências do “feed-interpreter”
Anderson Almeida da Silva (UFPI) e Ângela Russo (UFRGS)
A pesquisa tem como cenário experimental a Conferência das Nações Unidas Rio+20, e tem por objetivo e toma como base teórica a análise de Stone & Russel (no prelo) sobre as tomadas de decisões entre times compostos por intérpretes surdos e não-surdos. E tem por objetivo analisar algumas das categorias consagradas no campo teórico das pesquisas em interpretação de/para línguas sinalizadas como: as ligadas à gestão da interação entre o intérprete-feed e o surdo intérprete: tomadas de atenção, tomada de turnos e a sobreposição e respostas aos questionamentos; e às ligadas ao afinamento entre o intérprete surdo e seu feed, como: atribuição das fontes, retomadas para clarificação e as estratégias de referenciação pronominal.(ROY, 1989, 1993; METZGER, 1995, 1999). Conclui-se que há mudanças significativas no modus operandi da equipe de interpretação, tanto nas competências de velocidade e semantização dos enunciados como na estrutura de interação da equipe.

CRÉDITOS DAS TRADUÇÕES

Italiano: Nicoletta Cherobin

Espanhol: Rosario Lázaro Igoa & Luz Adriana Sánchez Segura

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