Simpósio: Formação de Tradutores: abordagens teóricas e práticas

Coordenadoras:
Leila Cristina de Melo Darin (PUC-SP)
Marileide Esqueda (UFU)

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No Brasil, o ensino e a aprendizagem da tradução em âmbito universitário, bem como a pesquisa na área de tradução são fenômenos relativamente recentes. Atualmente, configura-se em realidade inquestionável. Nos últimos 50 anos, os estudos da tradução têm avançado grandemente, à medida que os cursos de graduação e pós-graduação fomentam a reflexão e expandem as fronteiras das teorias e práticas da tradução literária ou técnica, iniciadas com as contribuições de Paulo Rónai, em meados de 1940. Hoje, a pesquisa em tradução inspira-se no campo fértil da prática tradutória em variadas áreas, incluindo não só o estudo da tradução científica, jornalística, jurídico-comercial, literária, poética e técnica, mas também da tradução audiovisual – legendagem, sobreposição de vozes e dublagem para TV, cinema e DVD; da tradução/adaptação de peças teatrais, letras de música e peças publicitárias; da tradução de sites da internet; e outros. A esses se acrescem os estudos terminológicos e fraseológicos empreendidos pela Linguística de Corpus, a historiografia da tradução e da interpretação e a pesquisa envolvendo o uso de memórias de tradução e tradução automática. Em um cenário em que a pesquisa se diversifica e dialoga com outras áreas do conhecimento, mais do que nunca é visivelmente importante discutir a formação de tradutores, no contexto dos cursos de tradução em nível de graduação e pós-graduação no Brasil. Tal é a meta do Grupo de Trabalho de Tradução, cujo tema é “Formação de Tradutores: abordagens teóricas e práticas”: articular estudos sobre a formação desses profissionais, considerando-se os diversos quadros teórico-metodológicos que os orientam, de maneira a contemplar discussões sobre múltiplas experiências pedagógicas observadas no cenário educacional nacional. Considera-se que a escolha desta linha de trabalho poderá oferecer o espaço necessário para o intercâmbio entre os diferentes posicionamentos teóricos e práticas didáticas que a formação de tradutores exige na atualidade.

 

Local: Sala 201 , CCE, bloco A

HORÁRIOS

PERÍODO 24 25 26
10:00-11:30 DIDÁTICA DA TRADUÇÃO – PERCORRENDO OS CAMINHOS DA TEORIA E DA PRÁTICA”
Renata Pereira Torres
(UnB)
“O PAPEL DO ENSINO DA TEORIA NA FORMAÇÃO DE TRADUTORES PROFISSIONAIS”
Leila Cristina de M. Darin
(PUC-SP)
“ENSINO-APRENDIZAGEM DA TRADUÇÃO JORNALÍSTICA: UM ENFOQUE METODOLÓGICO”
Gloria Regina L. Sampaio
(PUC-SP)
“TRADUÇÃO LITERÁRIA: UMA QUESTÃO DE ESCOLHAS”
Alzira Leite Vieira Allegro
(PUC-SP)
13:30-15:00 “DE OLHO NO MERCADO: O ENSINO DE SISTEMAS DE MEMÓRIAS EM CURSOS SUPERIORES DE FORMAÇÃO DE TRADUTOES NO BRASIL”
Érika Nogueira de A. Stupiello (UNESP – SJRP)
“DIFICULDADES E ESTRATÉGIAS DA TRADUÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA: PARÂMETROS PARA A FORMAÇÃO DO TRADUTOR”
Marileide Esqueda e
Silvana Maria de Jesus
(UFU – MG)
“O USO DOS MAPAS COGNITIVOS NO ENSINO DE TRADUÇÃO”
Rebecca Atkinson
(PUC – Rio)
“A LÍNGUÍSTICA DE CORPUS NA SALA DE AULA DE INTERPRETAÇÃO SIMULTÂNEA – ANÁLISE DE CORPORA DE APRENDIZES”
Luciana Latarini Ginezi
(USP/Universidade Nove de Julho SP)
15:30-17:00 “A TERMINOLOGIA NA FORMAÇÃO DO TRADUTOR”
Silvana Maria de Jesus
(UFU)
“O PAPEL DOS CURSOS DE EXTENSÃO EM TRADUÇÃO NA FORMAÇÃO DE TRADUTORES, PESQUISADORES E PROFESSORES DE TRADUÇÃO”
Lourdes Sette (PUC – Rio)
“CURSOS DE EXTENSÃO EM TRADUÇÃO NO BRASIL: RELATO E EXPECTATIVAS”
Maria Alice G. Antunes
(UERJ)
Barbara Cristina M. P. Ramos
(UERJ)
“TRADUÇÃO PARA DUBLAGEM NO BRASIL: UM ESTUDO DA PRÁTICA E SEU REFLEXO NO FILME “BASTARDOS INGLÓRIOS”
Raquel Farias
(UFRGS)

RESUMOS

1) A LINGUÍSTICA DE CORPUS NA SALA DE AULA DE INTERPRETAÇÃO SIMULTÂNEA – ANÁLISE DE CORPORA DE APRENDIZES
Luciana Latarini Ginezi (USP/Uninove – SP)

Os Estudos de Interpretação investigados pela Linguística de Corpus ainda são pouco explorados, em grande parte devido aos estágios que envolvem a compilação de um corpus oral (Straniero & Falbo, 2012). Esta pesquisa investiga se o ensino da interpretação simultânea (IS) poderia ser realizado antes do ensino da interpretação consecutiva (IC), ao contrário do que recomenda a literatura internacional (Gile, 2006). Dois grupos de alunos de graduação foram formados, compostos por alunos que ainda não praticaram técnicas de IC e o outro por alunos que já praticaram as técnicas de IC. Ambos os grupos devem realizar a IS de uma conferência gravada em vídeo. As interpretações produzidas são transcritas e alinhadas com o original, formando o CEIS (Corpora de Ensino de Interpretação Simultânea). Resultados preliminares utilizando a ferramenta Wordsmith Tools 6 demonstram como os dois grupos se comportam em relação a pausas, hesitações, simplificação ou repetição.

2) A TERMINOLOGIA NA FORMAÇÃO DO TRADUTOR
Silvana Maria de Jesus (Universidade Federal de Uberlândia)

A Terminologia e a Tradução são áreas afins e é crescente o reconhecimento da importância do conhecimento terminológico teórico e prático na formação do tradutor (Krieger 2006). Este trabalho apresenta um relato de experiência dos resultados obtidos em uma disciplina de Terminologia aplicada à tradução, no Curso de Tradução da UFU, sob o viés da importância desta disciplina na aquisição e desenvolvimento da competência tradutória (PACTE 2000, 2005). A partir de um projeto de elaboração de glossários bilíngues com corpora de diferentes domínios técnico-científicos, os alunos trabalharam com vários aspectos na interface terminologia-tradução. A professora-pesquisadora observou que a Terminologia possibilita o desenvolvimento das diferentes subcompetências, a saber, a bilíngue, a instrumental, a de conhecimento extra-linguístico, a de conhecimento de tradução e a estratégica, sendo, portanto, vital para o tradutor em formação.

3) CURSOS DE EXTENSÃO EM TRADUÇÃO NO BRASIL: RELATO E EXPECTATIVAS
Maria Alice Gonçalves Antunes (UERJ)
Barbara Cristina Marques Pereira Ramos (UERJ)

Os Cursos de Extensão Universitária são importantes para a sociedade, pois revelam “o processo educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e viabiliza[m] a relação transformadora entre Universidade e Sociedade” (“Política Nacional de Extensão Universitária”). A popularização do ensino a distância faz o número de cursos crescer e, entre eles, estão os cursos de tradução. Mas, pouco se sabe sobre esses cursos, seus objetivos e características principais. Nesta comunicação apresentamos alguns cursos de tradução no Brasil, em especial aqueles vinculados à Extensão Universitária, características e objetivos gerais. Apresentamos, como ilustração, o relato de uma aluna de graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, estagiária do Escritório Modelo de Tradução Ana Cristina Cesar, que se matriculou em um curso de tradução (de Extensão) online. Nossa análise mostra que há um conteúdo comum aos cursos e certa carência de profissionais qualificados para o ensino de tradução.

4) DE OLHO NO MERCADO: O ENSINO DE SISTEMAS DE MEMÓRIAS EM CURSOS SUPERIORES DE FORMAÇÃO DE TRADUTORES NO BRASIL
Érika Nogueira de Andrade Stupiello (Unesp – São José do Rio Preto)

A crescente incorporação de recursos tecnológicos de auxílio à tradução, em particular dos sistemas de memória, é um requisito que tem se tornado cada vez mais comum para que um tradutor atue de forma eficiente no dinâmico mercado de traduções especializadas. O perfil almejado para o tradutor na atualidade convida ao reexame dos currículos dos cursos de formação de tradutores em nível universitário. Este trabalho apresenta dados atualizados de um levantamento, iniciado em 2008 (STUPIELLO; RODRIGUES), da proporção de universidades brasileiras que preveem o ensino de sistemas de memórias em seus programas de graduação em tradução. O objetivo é o de avaliar em que medida e em que ritmo as exigências do mercado têm sido incorporadas por elas. Para tanto, reuniu-se uma lista das universidades brasileiras com cursos de formação em tradução, para as quais foram enviados questionários com indagações a respeito do treinamento em sistemas de memórias e outras tecnologias. Os resultados obtidos são apresentados à luz de uma reflexão sobre o que a adoção dessas ferramentas representa para o reconhecimento do trabalho que os futuros tradutores em formação vão exercer.

5) DIDÁTICA DA TRADUÇÃO – PERCORRENDO OS CAMINHOS DA TEORIA E DA PRÁTICA
Renata Pereira Torres (UnB)

Traduzir é uma das atividades mais antigas da humanidade. Entretanto, seu ensino sistematizado, através de cursos especializados, é relativamente recente. Verifica-se, assim, que ainda há necessidade de discussão em relação às prioridades a serem contempladas no tocante à didática da Tradução. Com o propósito de aprofundar o debate acerca das habilidades, competências e demais conhecimentos indispensáveis para a formação do tradutor, em nível universitário, este trabalho tem como objetivo apresentar, discutir e indicar atividades e práticas que podem ser realizadas em sala de aula visando à aquisição e ao desenvolvimento dos elementos citados, bem como à reflexão do tradutor aprendiz durante o exercício da tradução.

6) DIFICULDADES E ESTRATÉGIAS DA TRADUÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA: PARÂMETROS PARA A FORMAÇÃO DO TRADUTOR
Marileide Dias Esqueda (Universidade Federal de Uberlândia)
Silvana Maria de Jesus (Universidade Federal de Uberlândia)

Este trabalho tem como proposta apresentar uma pesquisa (Esqueda & Jesus, no prelo) que visa caracterizar quantitativa e descritivamente artigos vinculados à temática tradução técnico-científica, publicados nos periódicos brasileiros Tradução & Comunicação, Tradterm e Cadernos de Tradução, desde seu ano de criação até 2011, buscando investigar quais elementos seriam importantes na formação do tradutor técnico-científico. Os artigos selecionados, respectivamente publicados pelo Centro Universitário Ibero-Americano/ Anhanguera Educacional-SP, pela Universidade de São Paulo e pela Universidade Federal de Santa Catarina-SC, foram interpretados à luz das contribuições de Chesterman (1997) que discute possíveis estratégias tradutórias globais e locais que o aluno-tradutor pode utilizar para transpor as dificuldades encontradas neste e em outros gêneros textuais, com vistas a produzir uma tradução eficaz e satisfatória para outras línguas. Os resultados apontaram escassez de elementos teórico-práticos destinados à formação de tradutores no âmbito técnico-científico.

7) ENSINO-APRENDIZAGEM DA TRADUÇÃO JORNALÍSTICA: UM ENFOQUE METODOLÓGICO
Glória Regina Loreto Sampaio (PUC-SP)

A tradução jornalística (TJ), por vezes confundida com tradução de textos jornalísticos, constitui uma área de atuação profissional instigante e em constante expansão. Por seu perfil singular, a TJ demanda procedimentos e formulação textual diferenciados. Desse modo, o profissional voltado à TJ deve, dentre outros atributos e competências, deter conhecimentos abrangentes sobre linguagem jornalística, normas editoriais e estilísticas de diferentes tipos de veículos da mídia impressa e virtual, bem como sobre dinâmicas para montagem de matérias a partir da tradução e aglutinação seletiva de informações de fontes diversas. No que tange aos futuros tradutores, é necessário propiciar condições adequadas para que conheçam esse universo particular e pratiquem, sob a devida orientação, esse tipo de trabalho tradutório, com vistas à futura inserção no mercado de trabalho. Com base em nossa experiência docente e tendo como foco a tradução do inglês para o português, apresentaremos um caminho metodológico para o ensino-aprendizagem da TJ. As etapas do processo e as estratégias utilizadas para a aquisição desse tipo de competência serão explicitados e discutidos.

8) O PAPEL DO ENSINO DA TEORIA NA FORMAÇÃO DE TRADUTORES PROFISSIONAIS
Leila Cristina de Melo Darin (PUC-SP)

No âmbito dos cursos de tradução na graduação, dentre os temas que merecem reflexão pelo desafio que propõem, se encontra a questão do ensino da teoria, ou teorias, da tradução. Considerando que esses cursos visam à formação de tradutores profissionais, a ênfase recai na prática de tradução e no preparo para o mercado de trabalho. Ao estudo de textos teóricos é reservado um número mínimo de créditos, cabendo à pós-graduação a tarefa de estimular a reflexão teórica. Contudo, grande parte dos professores de tradução em nível superior na rede privada não tem (e tampouco se exige que tenham) formação que inclua pesquisa vinculada aos Estudos da Tradução, o que nos leva a indagar sobre os critérios para seleção dos enfoques teóricos. Tal fato gera a dificuldade de tornar o ensino do componente teórico mais significativo para esses graduandos, reforçando a crença de que a teoria não é necessária ou importante para sua formação. Esta situação é pouco problematizada porque em grande parte passa despercebida. Porém, seus efeitos são perniciosos: priva-se o futuro tradutor de exercitar o olhar crítico em relação a seu objeto de trabalho e a seu papel social, cultural e ético; perde-se a oportunidade de conscientização do poder que sua argumentação pode adquirir no trato com clientes e na construção de sua identidade profissional (Pym, 2010).

9) O PAPEL DOS CURSOS DE EXTENSÃO E ESPECIALIZAÇÃO EM TRADUÇÃO NA FORMAÇÃO DE TRADUTORES, PESQUISADORES E PROFESSORES DE TRADUÇÃO
Lourdes Sette (PUC-Rio)

Não há dúvida de que os cursos de formação de tradutores no âmbito acadêmico em nível de graduação e de pós-graduação stricto sensu no Brasil têm ajudado a incrementar a reflexão e a pesquisa na área da tradução nos últimos anos. No entanto, esse incremento tem contado com a contribuição de cursos de extensão e especialização em tradução, os quais não têm ocupado um espaço nas discussões ou recebido um olhar mais atento para seu papel na expansão das fronteiras das teorias e práticas da tradução como um todo. O curso de formação de tradutores em nível de extensão e o de especialização em Tradução da PUC-Rio são exemplos dessa contribuição. Com base em quase dez anos de experiência na coordenação e ensino de tradução no curso de formação de tradutores oferecido pela Central de Cursos de Extensão da PUC-Rio, pretendo mostrar o lugar que esse tipo de curso ocupa no desenvolvimento dos estudos da tradução e sua contribuição para a formação de novos tradutores, pesquisadores e professores de tradução.

10) O USO DOS MAPAS COGNITIVOS NO ENSINO DA TRADUÇÃO
Rebecca Atkinson (PUC-Rio)

Os mapas cognitivos oferecem uma representação visual dos processos cognitivos. Seu uso no campo dos negócios já é consolidado (por exemplo: fluxogramas, “espinhas de peixe”, “árvores de decisão”), mas na educação ainda são pouco difundidos. Pretendo demonstrar como os mapas cognitivos podem ser utilizados na formação de tradutores de modo a explicitar os diferentes estágios/elementos do processo tradutório, promover reflexões sobre a inserção do tradutor no universo da tradução e mediar a análise comparativa dos idiomas de origem e de chegada, além de outros usos. O aspecto metacognitivo dos mapas ainda oferece ao aluno a possibilidade de refletir acerca de sua prática, dando-lhe maior autonomia no desenvolvimento de seu próprio processo tradutório. Embora meu uso dos mapas na sala de aula seja incipiente, os resultados já indicam que eles têm a capacidade de facilitar a percepção e a compreensão dos diversos elementos que compõem o processo complexo que é a tradução.

11) TRADUÇÃO LITERÁRIA: UMA QUESTÃO DE ESCOLHAS
Alzira Leite Vieira Allegro (PUC-SP)

Estas breves reflexões pretendem abordar a questão do ensino da tradução literária: como levar o aluno a desenvolver diferentes estratégias de tradução, partindo do pressuposto de que antes de tradutor, ele deve ser bom leitor e possuir boa redação; no decorrer do processo tradutório, como deve tratar o original, buscando saber das implicações das escolhas feitas nos diversos campos – estilísticos, lexicais, sintáticos, retóricos, etc. –, buscando conscientizar-se da importância da análise dos elementos macro e micro linguísticos do texto, da necessidade de conhecimentos culturais para um texto final adequado e confiável, sem perder de vista a responsabilidade ética que deve ter em relação ao texto original.

12) TRADUÇÃO PARA DUBLAGEM NO BRASIL: UM ESTUDO DA PRÁTICA E SEU REFLEXO NO FILME “BASTARDOS INGLÓRIOS”
Raquel Farias (UFRGS)

Este trabalho apresenta a primeira fase de nossa pesquisa de Mestrado sobre o processo da tradução para dublagem no Brasil. Nessa modalidade, os diálogos originais de um produto audiovisual são substituídos por falas gravadas por atores na língua de destino, que conjugam a sonoridade das palavras com os movimentos labiais. Apoiando-nos na teoria de Tradução Audiovisual de Jorge Díaz-Cintas, discutimos o papel do tradutor para dublagem, bem como sua formação, considerando que é ele quem prepara o roteiro traduzido, instrumento de trabalho dos dubladores, monitorando a extensão de cada fala, redigindo frases adaptadas aos movimentos labiais e sinalizando ou acrescentando pausas, gemidos, suspiros e outros sons não verbais relevantes. Para analisar o processo da tradução para dublagem, constituímos um corpus com as falas da dublagem do DVD original do filme “Bastardos Inglórios”, de Quentin Tarantino, transcritas e cotejadas com as falas originais Esse material será analisado para levantar seus aspectos positivos e negativos. Após a análise, pretendemos sugerir uma metodologia de tradução para dublagem para auxiliar o trabalho dos tradutores de dublagem e dos dubladores.

CRÉDITOS DAS TRADUÇÕES

Italiano: Nicoletta Cherobin

Espanhol: Rosario Lázaro Igoa & Luz Adriana Sánchez Segura

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